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* Consulte sempre o médico veterinário |
Sal Trietanolamina do 2,4-D e PICLORAM
Registrado no Ministério da Agricultura e do Abastecimento sob o nº 00358789
Composição:
Sal trietanolamina do ácido 4-amino 3,5,6 Tricloropicolínico (PICLORAM, sal trietanolamina).........................................................103 g/L
Equivalente ácido do PICLORAM ............................... 64 g/L
Sal Trietanolamina do ácido 2,4-Diclorofenoxiacético (2,4-D, sal trietanolamina) ......406 g/L
Equivalente ácido do 2,4-D .................................................240 g/L
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Classe : TORDON * É UM HERBICIDA SISTÊMICO DE AÇÃO SELETIVA, SENDO O PICLORAM DERIVADO DO ÁCIDO PICOLÍNICO E O 2,4-D DO GRUPO DOS FENOXIACÉTICOS
Tipo de formula ção: Solução Aquosa Concentrada
Registrante :
Dow AgroSciences Industrial Ltda.
Matriz: Rua Alexandre Dumas, 1.671 - 04717-903 - São Paulo - SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46
Apresenta presentação: Frascos de 1 litro, Bombonas de 5 litros, Baldes de 20 litros, Bombonas de 50 litros e Tambores de 200 litros
CLASSE TOXICOLÓGICA I (Altamente Tóxico) (1)
INSTRUÇÕES DE USO:
Plantas daninhas e culturas para as quais o TORDON * é indicado:
O Tordon* é um herbicida recomendado para o controle de plantas invasoras na cultura de arroz e para o controle de dicotiledôneas indesejáveis de porte arbóreo, arbustivo e sub-arbustivo em pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão e para erradicação de touças de eucalipto na reforma de áreas florestais.
Tordon * combate as seguintes espécies:
Pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão:
Nome Comum Nome Científico
Amendoim-bravo Euphorbia paniculata
Arranha-gato* Acacia sp e Sharnkya sp
Aguapé Eichordia crassipes
Assa-peixes Vernonia spp
Buva Erigeron bonariensis
Cajussara Solanum spp
Cambarazinho Eupatorium laevigatum
Capixingui Croton floribundus
Caraguatá Erygium spp
Carqueja Bacharis trimera
Erva-de-bicho Polygonum punctatum
Erva-lanceta Solidago microglossa
Espinilho Fagara praecox
Fumeiro Solanum sp
Guanxumas Sida spp
Joá Solanum sisymbrifolium
Jurubeba Solanum paniculatum
Leiteiro* Peschiera fuchsiaefolia
Maria-mole Senecio brasiliensis
Mio-mio Baccharis coridifolia
Picão-preto Bidens pilosa
Samambaia Pteridium aquilinum
Timbó* Serfania sp
Tojo Ulex europaeus
Trançagem Plantago major
(*aplicação no toco)
Cultura de arroz
Folhas largas
Fedegoso ou Mata-pasto Cassia tora
Fimbristilis Fimbristylis dichotoma
Guanxuma, Malva ou Vassourinha Sida rhombifolia
Guanxuma branca Sida acuta
Joá-de-capote ou Papo-de-rã Physalis angulata
Mata-pasto Borreria verticilata
Melampodium Melampodium divaricatum
Quebra-pedra Phyllantus amarus
Spigelia Spigelia anthelmia
Folhas estreitas
Capim pé-de-galinha Eleusine indica
Capim-colchão ou Milhã Digitaria sanguinalis
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-roxo Panicum fasciculatum
Capim amargoso ou gordura Paspalum conjugatum
Capim-mimoso Eragostis ciliaris
Ciperáceas
Tiriricão Cyperus luzulae
Juruquinho Cyperus ferax
Reflorestamentos
Eucalipto Eucalyptus spp
Forma de aplicação do Tordon *:
Pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão:
Aplicação aérea:
• Aplicação foliar em área total:
• Este tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o Tordon * molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
• Tipo de equipamento:
aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 45º para trás com referência à corda da asa.
• Volume de aplicação:
de 30 a 50 L/ha.
• Altura do vôo:
a) Para áreas sem obstáculos: “paliteiros” (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar;
b) Para áreas com obstáculos: “paliteiros” impedindo o vôo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.
• Largura da faixa de deposição:
Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. No caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil.
Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros.
• Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação:
De 200 a 400 μ com 6 a 18 gotas/cm² variando com o tamanho da gota.
Condições climáticas:
• Aplicar o Tordon * de outubro a março (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento: de 0 a 6 km/h - controlado por anemômetro.
• Umidade relativa > 50%, T< 30ºC controladas por termohigrômetro.
• Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
• Pressão: 20 psi na barra.
• Agitação do Tordon *: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.
Prevenção de deriva:
• Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:
a) efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao Tordon * nas áreas próximas;
b) nunca fazer a aplicação aérea do Tordon * a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
c) controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. lnterromper o serviço se houver mudança nessa direção.
• Nas aplicações aéreas do Tordon *, a Dow AgroSciences Industrial Ltda. está à disposição para oferecer orientação e assistência técnica.
Aplicação terrestre - trator com barra:
• Barra de 18 bicos - espaçamento 50 cm entre bicos
• Bicos em leque, pontas 80.05, 80.06 e 80.08, malha 50
• Pressão: 20 a 45 Lb/pol²
• Vazão: 400 a 700 L/ha
• Velocidade do trator: 6 a 8 km/h
• Tamanho da gota (médio): 500 a 600 μ
• Densidade da gota: 100 - 150/cm²
Aplicação terrestre - trator com turbina de fluxo de ar:
• Largura de faixa: 12 a 15 m
• Vazão: 100 - 160 L/ha
• Velocidade do trator: 3ª marcha reduzida ou 1ª simples
• Tamanho de gota: 100 - 200 μ
• Densidade de gota: 50 a 100/cm²
Arroz:
O Tordon * deve ser aplicado por meio de equipamento costal manual ou motorizado ou tratorizado.
Na aplicação do Tordon * com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros:
• Tipo de bicos: Teejet 80.04 ou 110.04
• Tamanho de gotas: diâmetro de 200 a 500 μ
• Densidade de gotas: 30 gotas/cm²
• Volume de aplicação: 200 a 400 L/ha
Tordon* 3
Eucalipto:
Aplicar o Tordon * no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado adaptado com mangueira e pistola de aplicação.
Aplicar o Tordon * na superfície do corte até o ponto de escorrimento.
NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Doses de aplicação do Tordon *:
Pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão:
a) Aplicação foliar com pulverizador costal: misturar 1 - 2 litros do Tordon * em 99 - 98 litros de água.
b) Pincelamento ou pulverização de tocos: misturar 2 - 4 litros do Tordon * em 98 - 96 litros de água.
c) Pincelamento ou pulverização de anéis: misturar 10 litros do Tordon * em 90 litros de água.
d) Aplicação com trator e barra: aplicar 3 a 5 litros do Tordon */ha.
e) Aplicação com trator e equipamento de fluxo de ar:aplicar 3 a 5 litros do Tordon*/ha.
f) Aplicação aérea: aplicar de 4 a 6 litros do Tordon */ha.
ATENÇÃ O: Volumes totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos de avião que possam produzir gotas de grande diâmetro.
Arroz:
a) Eliminação de folhas largas e ciperáceas:
1,5 a 2,0 litros do Tordon */ha.
b) Para controlar as gramíneas invasoras, complementar com uma aplicação de graminicidas específicos nas doses e recomendações registradas.
Erradicação de eucalipto:
Concentração da calda: 3 a 7% do Tordon * diluído em água.
lnício, número e épocas ou intervalos das aplicações:
Pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão:
• Para pulverização foliar de qualquer tipo:
Época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo.
Isto ocorre normalmente de outubro a março.
No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas do Tordon *.
• Para tratamento de tocos e anéis: qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse, respeitar a época indicada anteriormente.
OBS.: Para repasse por via foliar esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de Tordon * que atinja todo o seu sistema radicular.
Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o Tordon *, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. lsso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de Tordon * necessário.
Arroz:
Fazer uma aplicação do Tordon * no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas.
Erradicação de eucalipto:
Uma só aplicação em qualquer época do ano.
Limitações de uso:
Período de carência:
Arroz: 90 dias
Pastagens: não é necessário manter intervalo de aplicação entre a última aplicação e o pastoreio.
F
itotoxicidade para as culturas indicadas:
Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das dosagens e usos recomendados.
Outras restrições a serem observadas:
• Culturas sensíveis: são sensíveis ao Tordon * as culturas dicotiledôneas como: algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais, além da cultura de arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.
• Caso o Tordon * seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação do Tordon *, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do Tordon *.
• Evitar que o Tordon * atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
• As aplicações do Tordon * por pulverização, tanto aéreas quanto por pulverizadores costais ou manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para a aplicação de Tordon *.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o Tordon *, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.
• Na cultura de arroz a aplicação do Tordon * não deve ser feita antes do perfilhamento nem depois do emborrachamento.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
Medidas gerais e primeiros socorros:
• Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental impermeável, luvas impermeáveis, chapéu impermeável de abas largas, botas, óculos protetores e máscaras protetoras especiais providas de filtros adequados a cada tipo de produto.
• Leia e siga as instruções do rótulo.
• Mantenha o produto afastado de crianças e de animais domésticos.
• Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do Tordon *.
• Mantenha o Tordon * afastado de alimentos ou de ração animal.
• Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora bem como lançando-lhe seus restos.
• Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca.
• Uso exclusivamente agrícola.
• Após a utilização do Tordon * remova as roupas protetoras e tome banho.
• Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente.
• Distribua o Tordon * da própria embalagem, sem contato manual.
• Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não distribua o Tordon * com as mãos desprotegidas. Use luvas impermeáveis.
• Em caso de ingestão acidental, não provoque o vômito, beba água e procure imediatamente o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto.
• Evite a inalação ou aspiração do Tordon *. Caso isso aconteça, procure local arejado e se houver sinais de intoxicação chame o médico.
Tordon* 4
• Evite o contato do Tordon * com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e procure logo o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto.
• Evite o contato do Tordon * com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto.
• Não aplique o Tordon * na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Tóxico para fauna silvestre.
SINTOMAS DE ALARME:
Mal-estar, vômitos, enfraquecimento muscular, dificuldade respiratória, bradicardia, suor excessivo, oligúria.
ANTÍDOTO E TRATAMENTO:
Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático.
(1) Produto ainda não adequado conforme Decreto 991/93 e Anexo V do
Decreto 98.816/90.
Vide no item “FOLHETO COMPLEMENTAR” informações sobre procedimentos de lavagem, armazenamento, devolução, transporte e destinação de embalagens vazias e restos de produtos impróprios para utilização ou em desuso.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-7710032
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